Nada disso tem importância. O que importa mesmo é que os lindos, aos poucos, estão saindo de cena e os jogos ficando chatos. Eu não assisto aos jogos para ver jogada bonita, eu assisto para ver homem bonito. Ué, vou mentir? Dizer que curto a bola? Eu não.
Tá certo que além dos jogos do Brasil, porque esses viram festa sempre, ainda vão acontecer disputas interessantes, como Alemanha x Inglaterra e Espanha x Portugal. Mas e daí? Que graça tem isso? Ah, tem o lindo do Cristiano Ronaldo, mas esse ninguém precisa achar lindo, porque ele já se adora. Eu acho que se o Cristiano Ronaldo pudesse mudar alguma coisa nos campos de futebol, ele trocaria as placas de publicidade por espelhos, para ficar se olhando o tempo todo. Já pensou olhar para o campo e ver vários Cristianos refletidos por toda parte? Que loucura!
A saída dos italianos foi de cortar o coração, não porque eles não eram eliminados na primeira fase do Mundial desde 1966, mas porque aqueles fofos não vão mais aparecer. Como sobreviveremos sem os italianos em campo? Nossa, tô ficando deprê. Acho que não quero mais escrever. Prefiro deixar aqui uma homenagem visual aos que se foram. A melhor forma de dizer adeus e olhar o que cada um tem de melhor. Então vamos a eles.
Andy Barron, da Nova Zelândia. Sei que já dei essa foto antes, mas eu adoro ele (Foto: Howard Burditt/Reuters)
Tá certo que além dos jogos do Brasil, porque esses viram festa sempre, ainda vão acontecer disputas interessantes, como Alemanha x Inglaterra e Espanha x Portugal. Mas e daí? Que graça tem isso? Ah, tem o lindo do Cristiano Ronaldo, mas esse ninguém precisa achar lindo, porque ele já se adora. Eu acho que se o Cristiano Ronaldo pudesse mudar alguma coisa nos campos de futebol, ele trocaria as placas de publicidade por espelhos, para ficar se olhando o tempo todo. Já pensou olhar para o campo e ver vários Cristianos refletidos por toda parte? Que loucura!
A saída dos italianos foi de cortar o coração, não porque eles não eram eliminados na primeira fase do Mundial desde 1966, mas porque aqueles fofos não vão mais aparecer. Como sobreviveremos sem os italianos em campo? Nossa, tô ficando deprê. Acho que não quero mais escrever. Prefiro deixar aqui uma homenagem visual aos que se foram. A melhor forma de dizer adeus e olhar o que cada um tem de melhor. Então vamos a eles.
Andy Barron, da Nova Zelândia. Sei que já dei essa foto antes, mas eu adoro ele (Foto: Howard Burditt/Reuters)
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